O islamismo é hoje a ideologia mais perigosa do mundo, assim como o fascismo e o comunismo já foram o maior perigo do século passado. Mas nem todo muçulmano é islamista!

ALETEIA TEAM
29 DE SETEMBRO DE 2015
Muçulmano não é igual a terrorista

Qual é a ideologia mais perigosa do mundo?

Na primeira metade do século XX, a resposta era o fascismo. Implantado na Itália, na Alemanha nazista e no Japão imperialista, essa ideologia matou 50 milhões de pessoas.

Na segunda metade do século XX, a resposta era o comunismo, que, dominando uma vasta porção do planeta, incluindo a União Soviética, a China, o Leste europeu e vários países da África e da América Latina, matou pelo menos 100 milhões de pessoas.

Hoje, a mais perigosa ideologia existente no mundo é o islamismo.

ATENÇÃO: a ideologia islamista não equivale à religião islâmica ou muçulmana como tal. O islamismo é uma forma radical e violenta do islã.

Assim como o fascismo e o comunismo, o islamismo é:

totalitário por natureza (quer controlar tudo e todos);
expansionista (quer crescer e submeter o máximo possível de pessoas ao seu controle);
extremamente violento (disposto a matar quem quer que se oponha a ele).
O islamismo se opõe à liberdade:

de pensamento e de expressão;
de iniciativa, empreendedorismo e mercado;
de religião – ou de não praticar religião alguma;
de reunião e de associação;
de imprensa.
O islamismo se opõe aos direitos humanos e não hesita em destruí-los nos lugares em que se implanta.

O islamismo rejeita o princípio da total separação entre a religião e o Estado. Em sua visão, um governo só é legítimo se estiver sujeito às leis religiosas, que, no caso, são as da sharia.

A sharia, ou lei islâmica, se baseia nos ensinamentos do Corão (o livro sagrado islâmico) e da Suna (a compilação das palavras e atos atribuídos a Maomé). Na interpretação islamista da sharia, entre outras coisas:

toda pessoa nascida muçulmana deve permanecer muçulmana: caso se converta a outra religião, deve ser executada;
adúlteros devem ser apedrejados até a morte;
quem insulta o islã ou Maomé deve ser açoitado severamente ou executado;
a poligamia masculina é aceita, assim como o casamento infantil.
Essa interpretação islamista da sharia é posta em prática, entre outros países, no Irã, no Sudão, na Arábia Saudita e em partes da Nigéria, do Iraque, do Paquistão, do Afeganistão e da Síria.

O islamismo quer, no entanto, que o mundo inteiro seja submetido à sharia e considera que qualquer um que se oponha ao seu expansionismo é “o inimigo” e deve ser destruído. Isto não vale apenas para o Ocidente, mas também para os próprios muçulmanos que não querem aderir ao islamismo. De fato, o islamismo já matou mais muçulmanos do que membros de qualquer outra religião – inclusive do cristianismo, cujos seguidores são perseguidos, presos, torturados e assassinados nas áreas sob controle islamista.

QUANTOS ISLAMISTAS HÁ NO MUNDO?

É uma pergunta complexa, porque, ao falarmos de “islamismo”, não estamos falando de uma pertença oficial a uma religião determinada, mas sim de uma mentalidade abraçada ou não por segmentos da religião muçulmana.

O instituto norte-americano de pesquisas Pew apresentou em 2013 alguns dados que podem dar ideia da quantidade de islamistas que há no mundo com base em seu apoio a princípios radicais da sharia:

Apoio ao apedrejamento de adúlteros até a morte:

86% dos muçulmanos do Paquistão
80% dos muçulmanos do Egito
65% dos muçulmanos da Jordânia
Apoio à pena de morte para muçulmanos que se convertem a outra religião:

79% dos muçulmanos do Afeganistão
62% dos muçulmanos da Palestina
58% dos muçulmanos da Malásia (considerados moderados)
Levando em conta que há cerca de 1,5 bilhão de muçulmanos no planeta, se 10% deles forem favoráveis à aplicação de tais princípios extremistas, poderemos estimar em assombrosos 150 milhões o número de islamistas “teóricos”. Desta quantidade, é preciso calcular quantos estarão dispostos a apoiar o islamismo não apenas de palavra, mas também com ações violentas, o que, na prática, significa concordar com o terrorismo perpetrado por grupos como o Estado Islâmico, a Al-Qaeda, o Talibã, o Hamas, o Hezbollah, o Boko Haram, o Al-Shabaab… Imaginemos que 2% dos 150 milhões de islamistas “de palavra” sejam islamistas “de fato”: teremos assim 3 milhões de pessoas – ou seja, 3 milhões de terroristas potenciais.

O PERIGO DA GENERALIZAÇÃO RADICAL

Diante deste panorama preocupante, é crucial não cairmos nós próprios no radicalismo de generalizar, esquecendo que uma coisa é a ideologia islamista e outra coisa é a religião muçulmana.

Grande parte dos muçulmanos comuns conviveu pacificamente com os cristãos e com outras minorias religiosas durante séculos e séculos em países como Síria, Líbano, Turquia, Jordânia, Malásia, Nigéria, Tunísia, Egito, Marrocos, e, antes da ascensão de extremistas ao poder, até em países tidos hoje por extremamente intolerantes, como o Irã, o Afeganistão e o Iraque. No Egito, a população foi às ruas massivamente, há poucos meses, para rejeitar a sharia que a Irmandade Muçulmana queria implantar no país: e derrubaram do poder a própria Irmandade Muçulmana. A Turquia é um país de maioria muçulmana, mas de orientação laica e costumes cada vez mais “ocidentalizados”. A comunidade persa da diáspora pós-Revolução Iraniana de 1979, também muçulmana, forma hoje uma elite cosmopolita, culta, tolerante e aberta, principalmente nos Estados Unidos. Há, portanto, grandes diferenças entre os muçulmanos comuns e os grupos radicalizados pela ideologia islamista.

Ao longo da história, todas as gerações tiveram de lidar com algum tipo de fundamentalismo que atentava contra os seus direitos. E as pessoas livres sempre conseguiram derrotar as tiranias dos totalitarismos.

Nós, não muçulmanos ou muçulmanos, temos hoje o desafio conjunto de derrotar o totalitarismo da ideologia islamista.

E o primeiro passo é entendermos de que se trata, com objetividade e sem generalizações… extremistas.

Física, fé e Verdade com V maiúsculo

A verdade procurada pelos físicos é uma parte da Verdade proclamada pela fé

ALEXANDRE ZABOT
21 DE SETEMBRO DE 2015

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“… se eles possuíram luz suficiente para poder perscrutar a ordem do mundo,

como não encontraram eles mais facilmente aquele que é seu Senhor?”

Sabedoria 13,9

Em todo ser humano palpita o desejo do infinito. Em alguns a pulsação é forte; em outros, quase letárgica, mas não há exceção: somos movidos pela expectativa de algo que vai além de nós mesmos, das nossas experiências sensoriais. Nunca houve, e parece-me que jamais haverá, consenso sobre o que exatamente é ou em que consiste esse “infinito”. No entanto, o objeto desta busca interminável costuma ser chamado sempre da mesma forma: verdade. A Verdade é o núcleo da fé. Na física, a verdade é uma meta a se buscar sempre, embora inalcançável. Analisando com cuidado os dois casos, é possível concluir que a verdade procurada pelos físicos é uma parte da Verdade proclamada pela fé.

A questão da existência e significado da verdade aparece na física quando nos questionamos sobre a realidade de um modelo físico. São modelos físicos para a órbita dos planetas, por exemplo, os epiciclos de Ptolomeu (séc. II) ou as órbitas elípticas de Kepler (séc XVII). Os dois modelos tentam explicar a posição dos planetas no céu ao longo do tempo, mas se baseiam em trajetórias diferentes para os astros. Apesar de partirem de pressupostos completamente diferentes (no primeiro a Terra é o centro das órbitas, enquanto, no segundo, o centro é o Sol), ambos preveem os mesmos resultados observacionais em muitos casos, embora Kepler sempre tenha resultados melhores. Sabemos, no entanto, que Kepler não deu a resposta final, pois, três séculos mais tarde, Einstein publicou a Teoria da Relatividade Geral e nos apresentou uma nova visão de como são os movimentos planetários em sua realidade íntima. O conhecimento evoluiu e nos foi dada uma visão melhor de como é a natureza. E ninguém deve ter receio de afirmar que a resposta de Einstein ainda não é a definitiva! A história da ciência nos ensina isso. Só sabemos que é a melhor hoje; nada podemos afirmar sobre amanhã.

Assim como a evolução da nossa compreensão das órbitas planetárias, há muitos outros casos na física: a estrutura da matéria, dos átomos, a natureza da energia e do calor, a própria interpretação dos postulados quânticos, etc. Em todas estas áreas, podemos notar nitidamente um avanço nas teorias, bem como um convencimento próprio da nossa capacidade de entender o mundo, a natureza. Os físicos constroem teorias que tentam não só prever como a natureza se comporta, mas que também descrevam, em sua essência mais íntima, a própria realidade da natureza. A esta realidade própria chamemos de “verdade”. É um conceito abstrato, do qual nunca teremos conhecimento pleno, visto que as nossas teorias estão em constante aprimoramento. É um erro dizer que as teorias físicas são só modelos matemáticos para os resultados experimentais. Elas são muito mais que isso. São tentativas humanas de se aproximar dessa realidade última da natureza. Para os ateus, esta “verdade” buscada na física é um acaso, que não tem sentido em si mesmo. Existe simplesmente por existir. Para os que creem em Deus, entretanto, especialmente para os que compartilham da visão cristã de criação, o nosso percurso em direção ao conhecimento da realidade última da natureza é um caminhar em direção ao Deus criador.

A teologia cristã é bem clara: a Verdade é o próprio Deus uno e trino, que, por um ato infinito de amor de Deus Pai, nos criou livres, nos redimiu em seu Filho e nos chama a participar deste mistério por meio de seu Espírito de Verdade. A visão cristã da criação, portanto, justifica plenamente esse ímpeto humano de buscar o infinito, de lançar os seus mais profundos esforços em busca dessa Verdade “inalcançável”. A grande novidade da mensagem são as aspas na palavra inalcançável, pois, pela fé, somos capazes de alcançá-la. A meu ver, a física, e toda ciência de modo geral, é um meio excepcional para esta busca: não se opõe a ela, mas a completa, a torna mais fácil, como ensinou o papa João Paulo II em sua carta encíclica Fides et Ratio: “A fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade”. Iluminados pela fé, podemos finalmente dizer que, também na física, Verdade se escreve com “V” maiúsculo.

________________

O prof. Alexandre Zabot, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), é físico e doutor em Astrofísica.

13 dicas para ler a Bíblia de forma libertadora

“Quando oramos, falamos a Deus. Quando lemos as Sagradas Escrituras, é Deus quem nos fala.”

Você tem 7 chaves que abrem o seu coração para ler a Bíblia de forma libertadora, agradável e correta. Estas chaves são fáceis de se encontrar, pois elas estão simbolizadas em seu próprio corpo.

Com as “Sete Chaves”, você encontra a Palavra de Deus que está na Bíblia e na vida e entenderá melhor o sentido escondido atrás das palavras.

Veja só:

1) Pés: Bem plantados na realidade.

Para ler bem a Bíblia é preciso ler bem a vida, conhecer a realidade pessoal, familiar e comunitária do país e do mundo. É preciso conhecer também a realidade na qual viveu o Povo da Bíblia. A Bíblia não caiu do céu prontinha. Ela nasceu das lutas, das alegrias, da esperança e da fé de um povo (Ex 3,7).

2) Olhos: Bem abertos.

Um olho deve estar sobre o texto da Bíblia e o outro sobre o texto da vida. O que fala o texto da Bíblia? O que fala o texto da vida? A Palavra de Deus está na Bíblia e está na vida. Precisamos ter olhos para enxergá-la.

3) Ouvidos: Atentos, em alerta.

Um ouvido deve escutar o chamado de Deus e o outro escutar o seu irmão.

4) Coração: Livre para amar.

Ler a Bíblia com sentimento, com a emoção que o texto provoca. Só quem ama a Deus e ao próximo pode entender o que Deus fala na Bíblia e na vida. Coração pronto para viver em conversão.

5) Boca: Para anunciar e denunciar.

Aquilo que os olhos viram, os ouvidos ouviram e o coração sentiu a palavra de Deus e a vida.

6) Cabeça: Para pensar.

Usar a inteligência para meditar, estudar e buscar respostas para nossas dúvidas. Ler a Bíblia e ler também outros livros que nos expliquem a Bíblia.

7) Joelhos: Dobrados em oração.

Só com muita fé e oração dá para entender a Bíblia e a vida. Pedir o dom da sabedoria ao Espírito Santo para entender a Bíblia.

Leia mais: Tudo o que você precisa saber sobre: a leitura espiritual

Mas como usar estas 7 chaves? Seguindo estas outras 6 regras de ouro para ler a Bíblia:

8) Leia-a todos os dias.

Quando tiver vontade e quando não tiver também. É como um remédio, com ou sem vontade tomamos porque é necessário.

9) Tenha uma hora marcada para a leitura.

Descobrir o melhor período do dia para você e fazer dele a sua hora com Deus.

10) Marque a duração da leitura.

Estabeleça quantos minutos ao dia você vai dedicar à leitura da Bíblia e respeite sempre esta duração.

11) Escolha um bom lugar.

É bom que se leia no mesmo lugar todos os dias. Deve ser um lugar tranquilo, silencioso que facilite a concentração e favoreça a criação de um clima de oração. Se, num determinado dia, não se puder fazer o trabalho na hora marcada e no lugar escolhido, não faz mal. Em qualquer lugar e em qualquer hora devemos ler. O importante é que se leia todos os dias.

12) Leia com lápis ou caneta na mão.

Sublinhe na sua Bíblia e anote no seu caderno as passagens mais importantes,tudo o que chamar a sua atenção, as coisas que Deus falou ao seu coração de modo especial. Isto facilita encontrar as passagens quando precisar delas.

13) Faça tudo em espírito de oração.

Quando se lê a Bíblia, faz-se um diálogo com Deus; você escuta, você se sensibiliza, você chora. É um encontro entre duas pessoas que se amam.

“Quando oramos, falamos a Deus. Quando lemos as Sagradas Escrituras, é Deus quem nos fala.”

(Fonte: Shalom)

A Santidade acontece em nossa vida, na caminhada

santidade é a meta de todo cristão, mas é necessário de nossa parte, disposição, e a graça da parte de Deus.

Se nos consideramos cristãos, somos chamados a viver como Jesus, aderir uma proposta que nos foi sugerida: “Vem segue-me”(Mt 9,9).

Este caminho deve ser percorrido, devemos nos colocar a caminho, em uma vida espiritual, ou seja, de intimidade com Deus.

Esta intimidade se dá pela vida de oração, mas não só de parar para conversar com Deus, mas que nosso dia a dia, nas pequenas coisas ( do acordar, trabalhar e dormir), seja uma oração continua de louvar à Deus.

Lendo outro dia um texto sobre o crescimento espiritual, o autor nos sugeria, como lembretes:

– Primeiro: lembre-se de que o crescimento neste hábitos é como um programa de exercícios físicos, uma academia, uma dieta, ou seja, é um trabalho de processo gradual. Não tente fazer tudo desde o começo; trabalhe um a um, e vá acrescentando mais hábitos ao longo do tempo.

– Segundo: Procure viver estes hábitos como um firme propósito, mas contanto sempre com a ajuda do Espírito Santo e dos seus intercessores especiais, para fazer dos hábitos de santidade uma prioridade na sua vida.

– Terceiro: Viver os hábitos não é uma perda de tempo. Muito pelo contrário: com eles, você ganha tempo. Nenhuma pessoa que os vive diariamente vai ser menos produtiva em seu trabalho, nem vai comprometer sua vida familiar ou social. Deus sempre recompensa aqueles que o colocam em primeiro lugar.( Aleteia).

   Precisamos ter hábitos, rotinas para nossa vida espiritual, como foi colocado acima. As vezes temos o maior cuidado em nossa saúde física, com alimentação adequada, com atividade física, sempre em vista de uma meta. A pergunta é: e como estamos “alimentando e exercitando” nossa alma? Quais as nossas metas, em relação a nossa vida eterna?

Tenho certeza que o seu desejo é o céu, a sua meta é o céu, tendo como caminho a configuração com Jesus. Mas para isto precisaremos nos programar, nos preparar para ele o caminho , os “exercícios espirituais” já estão todos prontos para colocarmos em prática.

A Primeira coisa que devemos fazer é: Pedir a Deus a graça do Seu Espírito Santo, para nos levar a sua intimidade, a acreditarmos e acolhermos o Amor do Pai por cada um de nós.

A nossa vida deve ser uma oração em louvor à Deus. Desta forma, tudo que fizermos deverá para levar o Amor Misericordioso a todos os homens.

Colocaremos abaixo um roteiro, lógico que sugestões, que nos ajudarão nesta caminhada.

1-Ao acordar, pela manhã:

Lançar um olhar para o céu, e agradecer por mais um dia, pelo belo céu, e pedir que o Espírito Santo venha sobre você, que te inunde com seu amor.

Em seguida entregue todo o seu dia, todo o seu ser a Ele, para que te conduza, segunda a vontade de Deus, e se realize o sonho de Deus, em tua vida.

2-Escolha um horário, separe, consagre à Deus para estudo da Palavra e Oração Pessoal

Este deve ser o momento mais esperado do seu dia, pois você encontrará com o Amado de sua Alma. É um diálogo com Aquele que te olha com amor.

Pode iniciar com 15 minutos, mas depois vá deixando que o Espírito Santo te conduza, até chegar em 01 hora.

Geralmente sugerimos a Liturgia da Igreja, que teremos uma Leitura e o Evangelho. Escolha uma delas, lei atentamente, primeiro para entender o que diz a Palavra,depois você vai colocando a mesma em relação a sua vida, o que esta configurado a Ela e o que não esta.

Neste momento, você já vai conversando com Jesus, e colocando suas dúvidas, dificuldades para seguí-Lo, segundo a leitura daquele dia.

Também vai colocando tudo que você trás em seu coração, mas não esqueça que é um diálogo, entre duas pessoas, sendo preciso ouvir á Deus.

No final, louvar á Deus por tudo, pois tudo é d’Ele.

 

3-Meditação do Terço Mariano

Durante o seu dia, separe um momento para meditar os mistérios da vida de Jesus, pelo e com o olhar da Virgem Maria, que acreditou nos planos de Deus para sua vida e os acolheu , com a certeza que Ele sabia o que era melhor para ela.

4-Adorar Jesus, em espírito e em verdade

Dentro do possível, passe em um sacrário, e adore Jesus. Se poder ficar mais tempo, pode até fazer suas orações lá.

Quando adoramos Jesus na Santa Eucaristia, nos unimos com a Igreja celeste, em uma união escatológica.

Que possamos crer, adorar, esperar e amar Jesus, por todos os que não creem , não adoram , não esperam e nos O amam( oração do Anjo de Portugal).

Não esquecendo que devemos adorar Jesus em espírito , diante do sacrário, em verdade, com a nossa vida, até nos pequenos gestos.

5-Terço da Misericórdia

Em nosso dia a dia, que possamos rezar o terço da misericórdia, as 15:00hs, como Jesus pediu a Santa Faustina, pedindo com salvação de todos os pecadores. É uma oração de súplica à Misericórdia de Deus, no momento que Jesus deu a vida por nós.

6-Participar da Santa Missa e Comungar

É o momento mais importante do nosso dia, pois encontramos Jesus, em corpo e sangue, alma e divindade. Ele adentrar em nossos corações e ali faz morada.

Cada um que se esforce para participar diariamente da Missa, pois não existe graça maior.

7-Completas

A Igreja nos proporciona a oração das horas, que tem como finalidade santificar nosso dia, com a Palavra.

Entre elas esta as Completas. É realizada antes de dormirmos, onde realizamos um exame de consciência, e depois oramos com salmos, com a Palavra, terminando com oração a Nossa Senhora.

 

Que o Senhor Jesus, em sua infinita misericórdia, nos conduza a santidade. Amém.

 

Janet Melo de Saboia Alves

Membro Comunidade Católica Reviver pela Misericórdia

Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina

Como proteger-se dos ataques do demônio

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Em Cracóvia, no dia 2 de junho de 1938, o Senhor Jesus ditou a uma jovem Irmã da Misericórdia um retiro de três dias. Faustina Kowalska registrou minuciosamente as instruções de Cristo em seu diário, que é um manual de mística na oração e na misericórdia divina.

Este diário guarda as revelações de Cristo sobre o tema da luta espiritual, sobre como proteger-se dos ataques do demônio. Estas instruções se tornaram a arma de Faustina na luta contra o maligno inimigo.

Jesus começou dizendo: ” Minha filha, quero instruir-te sobre a luta espiritual”. E estes foram seus conselhos:

1. Nunca confies em ti, mas entrega-te inteiramente à Minha Vontade.

A confiança é uma arma espiritual. Ela é parte do escudo da fé que São Paulo menciona na Carta aos Efésios (6, 10-17): a armadura do cristão. O abandono à vontade de Deus é um ato de confiança; a fé em ação dissipa os maus espíritos.

2. Na desolação, nas trevas e diversas dúvidas, recorre a Mim e ao teu diretor espiritual; ele te responderá sempre em Meu Nome.

Em tempos de guerra espiritual, reze imediatamente a Jesus. Invoque seu Santo Nome, que é muito temido pelo inimigo. Leve as trevas à luz contando tudo ao seu diretor espiritual ou confessor, e siga suas instruções.

3. Não comeces a discutir com nenhuma tentação; encerra-te logo no Meu Coração.

No Jardim do Éden, Eva negociou com o diabo e perdeu. Precisamos recorrer ao refúgio do Sagrado Coração. Correr até Jesus é a melhor maneira de dar as costas ao demônio.

4. Na primeira oportunidade, conta-a ao confessor.

Uma boa confissão, um bom confessor e um bom penitente são a receita perfeita para a vitória sobre a tentação e a opressão demoníaca. Isso não falha!

5. Coloca o amor-próprio em último lugar, para que não contagie as tuas ações.

O amor próprio é natural, mas precisa ser ordenado, livre de orgulho. A humildade vence o diabo, que é o orgulho perfeito. Satanás nos tenta no amor próprio desordenado, que nos leva à piscina do orgulho.

6. Com grande paciência, suporta-te a ti mesma.

A paciência é uma grande arma secreta que nos ajuda a manter a paz da nossa alma, inclusive nas grandes tempestades da vida. A paciência consigo mesmo é parte da humildade e da confiança. O diabo nos tenta à impaciência, a voltar-nos contra nós mesmos, de maneira que fiquemos com raiva. Olhe para você mesmo com os olhos de Deus. Ele é infinitamente paciente.

7. Não descuides as mortificações interiores.

A Escritura nos ensina que alguns demônios só podem ser expulsos com oração e jejum. As mortificações interiores são armas de guerra. Podem ser pequenos sacrifícios oferecidos com grande amor. O poder do sacrifício por amor desaloja o inimigo.

8. Justifica sempre em ti, o juízo das Superiores e do Confessor.

Cristo falava a Santa Faustina, que morava em um convento. Mas todos nós temos pessoas com autoridade sobre nós. O diabo tem como objetivo dividir e conquistar; então, a obediência humilde à autoridade autêntica é uma arma espiritual.

9. Foge dos que murmuram, como se da peste.

A língua é uma poderosa embarcação que pode causar muito dano. Estar murmurando ou fazendo fofoca nunca é de Deus. O diabo é um mentiroso que gera acusações falsas e fofocas que podem matar a reputação de uma pessoa. Rejeite as murmurações.

10. Deixa que todos procedam como lhes aprouver; age tu antes como estou a exigir-te.

A mente da pessoa é a chave na guerra espiritual. O diabo é um intrometido que tenta arrastar todo mundo. Procure agradar Deus e deixe de lado as opiniões dos outros.

11. Observa a Regra o mais fielmente possível.

Jesus se refere à Regra de uma ordem religiosa aqui. Mas todos nós já fizemos algum tipo de voto ou promessa diante de Deus e da Igreja e precisamos ser fiéis a isso: promessas batismais, votos matrimoniais etc. Satanás nos tenta para nos levar à infidelidade, à anarquia e à desobediência. A fidelidade é uma arma para a vitória.

12. Se experimentares dissabores, pensa antes no que poderias fazer de bom pela pessoa que te faz sofrer.

Ser um canal da misericórdia divina é uma arma para fazer o bem e derrotar o mal. O diabo trabalha usando o ódio, a raiva, a vingança, a falta de perdão. Muitas pessoas já nos ofenderam. O que devolveremos em troca? Responder com uma bênção destrói maldições.

13. Evita a dissipação.

Uma alma faladeira será mais facilmente atacada pelo demônio. Derrame seus sentimentos somente diante do Senhor. Os sentimentos são efêmeros. A verdade é sua bússola. O recolhimento interior é uma armadura espiritual.

14. Cala-te quando te repreenderem.

Todos nós já fomos repreendidos em algum momento. Não temos nenhum controle sobre isso, mas podemos controlar nossa resposta. A necessidade de ter a razão o tempo todo pode nos levar a armadilhas demoníacas. Deus sabe a verdade. Deixe-a ir. O silêncio é uma proteção. O diabo pode utilizar a justiça própria para nos fazer tropeçar também.

15. Não peças a opinião a todos, mas do teu diretor: diante dele sê franca e simples como uma criança.

A simplicidade da vida pode expulsar os demônios. a honestidade é uma arma para derrotar Satanás, o mentiroso. Quando mentimos, colocamos um pé no terreno dele, e ele tentará nos seduzir mais ainda.

16. Não te desencorajes com a ingratidão.

Ninguém gosta de ser subestimado. Mas quando nos encontramos com a ingratidão ou com a insensibilidade, o espírito de desânimo pode ser um peso para nós. Resista a todo desânimo, porque isso nunca vem de Deus. É uma das tentações mais eficazes do diabo. Seja grato diante de todas as coisas do dia e você sairá ganhando.

17. Não indagues com curiosidade os caminhos pelos quais te conduzo.

A necessidade de conhecer e a curiosidade pelo futuro são tentações que levaram muitas pessoas aos quartos escuros do ocultismo. Escolha caminhar na fé. Decida confiar em Deus, que o leva ao caminho do céu. Resista sempre ao espírito de curiosidade.

18. Quando o enfado e o desânimo bateram à porta do teu coração, foge de ti mesma e esconde-te no Meu Coração.

Jesus entrega a mesma mensagem pela segunda vez. Agora Ele se refere ao tédio. No começo do Diário, Ele disse a Santa Faustina que o diabo tenta mais facilmente as almas ociosas. Tenha cuidado com isso, porque as almas ociosas são presa fácil do demônio.

19. Não tenhas medo da luta: a própria coragem muitas vezes afasta as tentações, que não ousa então acometer-nos.

O medo é a segunda tática mais comum do diabo (a primeira é o orgulho). A coragem intimida o diabo; ele fugirá diante da perseverante coragem que se encontra em Jesus, a rocha. Todas as pessoas lutam, e Deus é nossa provisão.

20. Combate sempre com a profunda convicção de que eu estou contigo.

Jesus pede a Santa Faustina que lute com convicção. Ela pode fazer isso porque Cristo a acompanha. Nós, cristãos, somos chamados a lutar com convicção contra todas as táticas demoníacas. O diabo tenta aterrorizar as almas, mas precisamos resistir ao seu terrorismo. Invoque o Espírito Santo ao longo do dia.

21. Não te guias pelo sentimento, por que ele nem sempre está em teu poder, porem todo o mérito reside na vontade.

Todo mérito radica na vontade, porque o amor é um ato da vontade. Somos completamente livres em Cristo. Precisamos fazer uma escolha, uma decisão para bem ou para mal. Em que lado vivemos?

22. Nas mínimas coisas sê sempre submissa às superioras.

Aqui, Jesus está instruindo uma freira. Todos nós temos o Senhor como nosso superior (representado também pelos padres, confessores, diretores espirituais). A dependência de Deus é uma arma de guerra espiritual, porque não podemos ganhar por nossos próprios meios.

23. Não te iludo com perspectivas da paz, e de consolos, mas prepara-te antes para grandes batalhas.

Santa Faustina sofreu física e espiritualmente. Ela estava preparada para grande batalhas, pela graça de Deus. Cristo nos instrui claramente na Bíblia a estar preparados para grandes batalhas, para revestir-nos da armadura de Deus e resistir ao diabo (Ef 6, 11).

24. Fica a saber que estás atualmente em cena e que toda a Terra e o Céu inteiro te observam.

Estamos todos em um grande cenário no qual o céu e a terra nos olham. Que mensagem estamos dando com nossa forma de vida? Que tonalidades irradiamos: luz? Escuridão? Cinza? A forma como vivemos atrai mais luz ou escuridão? Se o diabo não conseguir nos levar para a escuridão, tentará nos manter na categoria dos medíocres, do cinza, que não é agradável a Deus.

25. Luta como valorosos cavaleiros, para que eu possa recompensar-te; e não temas, porque não estás sozinha.

As palavras do Senhor a Santa Faustina podem se transformar em nosso lema: “Lute como um cavaleiro!”. Um soldado de Cristo sabe bem a causa pela qual luta, a nobreza da sua missão, conhece o Rei ao qual serve; e luta até o final, com a abençoada certeza da vitória.

Se uma jovem polonesa, sem formação, uma simples freira, unida a Cristo, pode lutar como um cavaleiro, um soldado, todo cristão pode fazer o mesmo. A confiança é vitoriosa.

* * *

Para guardar as palavras de Jesus:

“Minha filha, quero instruir-te sobre a luta espiritual. Nunca confies em ti, mas entrega-te inteiramente à Minha Vontade. Na desolação, nas trevas e diversas dúvidas, recorre a Mim e ao teu diretor espiritual; ele te responderá sempre em Meu Nome. Não comeces a discutir com nenhuma tentação; encerra-te logo no Meu Coração e, na primeira oportunidade, conta-a ao confessor. Coloca o amor-próprio em último lugar, para que não contagie as tuas ações. Com grande paciência, suporta-te a ti mesma. Não descuides as mortificações interiores. Justifica sempre em ti, o juízo das Superiores e do Confessor. Foge dos que murmuram, como se da peste. Deixa que todos procedam como lhes aprouver; age tu antes como estou a exigir-te.

Observa a Regra o mais fielmente possível. E, se experimentares dissabores, pensa antes no que poderias fazer de bom pela pessoa que te faz sofrer. Evita a dissipação. Cala-te, quando te repreenderem; não peças a opinião a todos, mas do teu diretor: diante dele sê franca e simples como uma criança. Não te desencorajes com a ingratidão; não indagues com curiosidade os caminhos pelos quais te conduzo; quando o enfado e o desânimo bateram á porta do teu coração. Foge de ti mesma e esconde-te no Meu Coração. Não tenhas medo da luta: a própria coragem muitas vezes afasta as tentações, que não ousa então acometer-nos.

Combate sempre com a profunda convicção de que eu estou contigo. Não te guias pelo sentimento, por que ele nem sempre está em teu poder, porem todo o mérito reside na vontade. Nas mínimas coisas sê sempre submissa às superioras. Não te iludo com perspectivas da paz, e de consolos, mas prepara-te antes para grandes batalhas. Fica a saber que estás atualmente em cena e que toda a Terra e o Céu inteiro te observam. Luta como valorosos cavaleiros, para que eu possa recompensar-te; e não temas, porque não estás sozinha.” (D.1760)

Fonte: Aleteia